Marketing centrado no ser humano

QUE TAL FAZER COMPRAS E AINDA AJUDAR O PLANETA?

Esse é o ponto de partida de um experimento tecnológico e ecologicamente correto que está ocorrendo em uma pequena rua comercial de Londres. Entenda

Uma pequena rua comercial de Londres, no Reino Unido, tem sido o palco de uma experiência de consumo bem diferente e melhor: ecologicamente correta. Em suma, o charmoso endereço de compras possui placas na calçada que convertem os passos dos pedestres em eletricidade, que, por sua vez, alimentam a iluminação pública e até mesmo parte das lojas.

O experimento está sendo realizado na Bird Street. Nela foi instalada uma passarela feita de placas de Pavegen, uma tecnologia que converte os passos em energia para qualquer finalidade.

A energia é utilizada na iluminação pública e também em um aparelho que emite ruídos de pássaros por toda a rua comercial. E tem mais: os passos dos consumidores alimentam uma máquina que captura a poluição no ar e devolve com o mais puro oxigênio. A engenhoca foi produzida por uma empresa britânica chamada Airlabs.

 

Todo mundo ganha com a ideia. O comércio, que não gasta com eletricidade, e você, que queima umas gordurinhas depois de tanto bater perna. Quem sabe não rola um descontinho por reduzir o custo da loja com eletricidade?

Com informações do Futurism

Consumidor Moderno Por: Ivan Ventura




Conheça a primeira Fazenda Urbana da América Latina

Por: Melissa Lulio – Consumidor Moderno

A iniciativa é de uma startup brasileira e possibilitará a produção de alimento em quantidade equivalente ao que seria feito em uma fazenda de 30.000 m².

A cadeia de produção alimentícia em todo o mundo é muito ineficiente: 70% de todo o alimento produzido é desperdiçado desde o cultivo até chegar na mesa do consumidor. Para resolver esse problema, a startup BeGreen uniu a paixão pelo meio ambiente ao sonho de melhorar a qualidade de vida das pessoas por meio da produção de alimentos frescos com menos poluição e zero desperdício.

A empresa surgiu em 2015, produzindo alfaces orgânicas comercializadas em supermercados e entregues em restaurantes de Belo Horizonte. Dois anos depois, lançará a primeira Fazenda Urbana da América Latina.

O que é?
A ideia da BeGreen consiste em um modelo inovador que reduz custos operacionais pela proximidade com os consumidores e aumenta a produtividade com internet das coisas. Utilizando uma área 20 vezes menor, a startup produz a mesma quantidade de alimento que uma fazenda convencional de 30.000 m². Isso só será possível graças à tecnologia de sensores presente na estufa que, com ajuda de um software regula fatores como umidade, temperatura, PH, entre outros, e alcança o ponto ótimo para desenvolvimento da planta.

Além disso, a produção consome 90% menos água e sem emissão de gás carbônico, já que não há custos logísticos, pois os consumidores compram o alimento diretamente do local de produção.

Apoio
Tanta inovação atraiu o mercado. Em 2016, a startup recebeu investimento da Liga Ventures – aceleradora que gera negócios entre startups e grandes empresas, e tem clientes como a Porto Seguro, Cisco, Embraer, AES Brasil, entre outros.

“É muito importante auxiliar startups com ideias inovadoras que contribuem para o avanço tecnológico e social. Este é o caso da BeGreen. Para a Liga Ventures, é uma ótima oportunidade para gerar negócios nesse setor”, diz Rogério Tamassia, sócio-diretor da Liga Ventures.




Mercado alemão abre mão de utilizar todo tipo de embalagem

Localizada em Berlim, a loja leva o conceito de sustentabilidade a outro patamar: redução, reutilização e reciclagem são de fato uma verdade.

Quem mora em São Paulo sabe que as sacolinhas plásticas oferecidas em qualquer mercado é um item pago – e não gratuito como ocorria em um passado não muito distante. Uma loja na Alemanha foi além e levou o conceito de consumo consciente às últimas consequências.

O Original Unverpackt é um mercado diferente e totalmente baseado no conceito de lixo zero e inserido no contexto dos 3Rs (redução, reutilização e reciclagem). Idealizado pelas sócias Sarah Wolf e Milena Glimbovski, o comércio tem como diferencial o fato de que seus produtos não são vendidos em caixas ou sacos plásticos convencionais. Aliás, não há embalagens ou avisos no espaço.

A proposta desse mercado localizado em Berlim é que o próprio cliente leva seu recipiente para ser pesado na loja e transportado para casa. Mas e se um consumidor esquecer o recipiente? Sem problemas: o mercado fornece potes de vidro ou sacos de papel reciclado.

Outro detalhe bem curioso é a preocupação com a emissão de carbono e a redução de custos com energia e transporte. Isso é possível por meio da venda de mercadorias (a maioria, claro) originárias de agricultores locais.

Por: Editor NV – (No Varejo)