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Redesign do logotipo

Marca não é somente um termo, mas também um organismo vivo, visto que está sempre em movimento, ou seja, se transforma ao longo de sua existência ao evoluir e acompanhar as mudanças da sociedade e do mercado em que está inserida. Muitas empresas já mudaram seu logotipo muitas vezes desde que surgiram no mercado.

A modernização do logotipo é uma necessidade que a marca tem diante do público e está ligada à sua adequação às estratégias de marketing com o passar do tempo. Raramente se vê uma marca que está no mercado de atuação há mais de 20 anos e que nunca mexeu em sua identidade visual.

Não é mudar o nome da marca, mas a forma do logotipo, sua imagem diante do público. Vivemos num mundo acelerado, em que as tecnologias estão cada vez mais avançadas e o público cada vez mais exigente com as marcas, portanto é preciso constantemente atingir novos objetivos para atender às novas exigências do público.

Um logotipo de sucesso deve demonstrar credibilidade para seu público, por isso é importante que, ao longo dos anos, ele passe por pequenas mudanças, para poder estar lado a lado das alterações de hábitos e de exigências dos consumidores. Modernizar o logotipo não é uma questão de vaidade, é, como citado, uma necessidade que muitas empresas já tiveram e, com o passar dos anos, ainda terão.

Quando se muda um logotipo e ele ganha um aspecto de modernização, fica mais bonito, chama mais a atenção e o público-alvo passa a ter uma nova impressão da imagem da marca.  A modernização de um logotipo pode ser chamada de redesign. São várias as formas de modernizá-lo.

Pode-se citar como exemplo a conhecida franquia de cafés Starbucks que, em 2011, fez mudanças significativas na identidade visual de seus produtos. A empresa passava por um período de recessão, o que resultou em diminuição no número de vendas.

Dessa maneira, a empresa tomou a decisão de explorar outros mercados por meio da venda de diferentes produtos (canecas, camisetas, sorvetes, entre outros), inclusive fora de suas lojas. Por conta dessa decisão, a palavra coffee (café) foi removida do logo.

Outrossim, uma equipe criativa teve a missão de renovar a imagem da marca e, assim, repaginou também sites, embalagens e todos os canais de comunicação. O resultado dessas ações? Um aumento progressivo no número de vendas, expansão de mercado e estabelecimento da empresa como uma das top of mind no segmento de cafeterias.

Desse modo, a nova proposta do logotipo atende a seu novo público, que é mais despojado e com valores diferentes sobre uma marca, bem como interessado em adquirir diversos produtos. Para se posicionar, uma empresa deve priorizar todos os pontos de contato entre a marca e seu público-alvo, e o papel do logotipo é o de ser o rosto, a face da personalidade da marca.

Por conseguinte, é preciso atentar para que o logotipo não fique desatualizado em relação ao mercado-alvo, motivo pelo qual se recomenda a elaboração de alterações para desenvolver um redesign que assegure o posicionamento da marca e o mercado-alvo. Todo redesign de logotipo pode ir de apenas alguns pequenos ajustes até uma revolução total na identidade visual.

Nesse caso, depende de cada projeto, do objetivo da empresa e do posicionamento em relação ao mercado-alvo que pretende atingir. As mudanças podem trazer vantagens significativas para seu negócio, o que lhe possibilita ficar mais bem posicionado no mercado e, com isso, lucrar mais.

Em resumo: a modernização do logotipo é importante e necessária para uma marca se manter sempre atual no mercado. Quem vive no passado, no passado ficará. Não seja um museu! Mude para ficar, mude para influenciar, enfim, mude para continuar tendo sucesso.

 

 




Sua marca e o coronavírus

Publicado no Jornal de Piracicaba em 18/09/2020

A construção de marcas se inicia no momento em que uma empresa, um produto ou um serviço surgem no mercado. Isso ocorre por meio da identidade visual, conjunto de elementos gráficos que irão formalizar a personalidade visual de um nome, ideia, produto ou serviço, a qual pode também ser chamada de identidade empresarial ou corporativa.

Tal identidade permite à empresa: construir sua imagem e a de seus funcionários, suas características particulares, produtos e/ou serviços oferecidos; elaborar políticas de gestão, planejamento estratégico e campanhas de divulgação; traçar seu desempenho e seu desenvolvimento histórico. Assim, ter uma identidade visual consistente é fundamental para o sucesso das marcas das empresas, dos produtos e serviços.

Para construir uma marca forte, é preciso compreender o que sua marca representa, tendo a certeza de que todos a veem da mesma maneira. Algumas perguntas devem ser respondidas para auxiliar sua marca neste momento da pandemia do coronavírus: qual é a proposta de valor da marca diante de nossos clientes e stakeholders? Quais sentimentos e associações desejo passar quando as pessoas pensam sobre minha marca associada a meu apoio à prevenção do coronavírus? Quais benefícios emocionais estamos oferecendo aos clientes?  

Ao obter respostas para essas perguntas, você terá a informação básica para sua estratégia de marca, a qual, sendo bem feita, torna-se uma poderosa ferramenta de gestão e execução para ajudá-lo a desenvolver relacionamentos mais fortes com clientes, criar campanhas de marketing rentáveis e eficazes, além de ter uma empresa mais integrada. Neste delicado momento, é importante os líderes de empresas assumirem uma postura proativa em relação aos problemas do mundo.

Nesse cenário, as empresas que não atendam às necessidades da sociedade poderão ter suas marcas comprometidas. O fato de as marcas não terem um propósito social claro deixará as empresas menos aptas a alcançar seus objetivos básicos de crescimento e lucratividade. Não se descarta a busca pelo lucro, mas, sim, associar sua marca ao objetivo social, pois ambos devem estar ligados.  

Em face dos fatores do macroambiente, como epidemias que impõem riscos crescentes, inundações, secas e terremotos, que estão ficando cada vez mais intensos e frequentes, as marcas das empresas necessitam mostrar para a sociedade sua preocupação com o bem-estar das pessoas. Os temas como Responsabilidade Social Empresarial (SER) e negócios sociais nos remetem à importância de associar a marca a uma consciência corporativa.

O momento leva os líderes de empresas a pensar sobre suas estratégias de marcas para critérios de uma gestão consciente, cabendo-lhes cuidar destas como  guardiões de seu propósito social. Construir uma marca ou iniciar um trabalho de inserção de mercado está relacionado ao envolvimento que ela tem com as questões que regem nossa existência.

Nesse sentido, as marcas precisam ter uma personalidade própria, um DNA. As pessoas só entenderão essa personalidade e terão interesse em conhecer uma marca se esta conseguir despertar a atenção do indivíduo. Como propiciar isso?  

Procurando sempre ser interativo, ou seja, aproximar-se de seu público e fazer parte da vida dele ou, pelo menos, fazer com que ele saiba quem você é e goste de você. Essa não é uma tarefa fácil, pois exige conhecimento de mercado, estratégia e foco.

Comunicar por comunicar qualquer empresa ou marca faz. Para dar certo, é preciso mais que comunicar. É fundamental informar o que despertará o interesse de seu público. Cada marca tem uma personalidade, e seu público possui interesses diferentes, por isso a forma de interagir varia muito. Diante do exposto, pode-se afirmar que, quanto mais características humanas conseguirmos associar a uma marca, mais forte e consolidada ela se tornará.




Marca: como construir sua personalidade

Publicado no Jornal de Piracicaba em 21/08/2020

Em momentos como o que vivemos atualmente, muitos setores empresariais enfrentam dificuldades para manter suas taxas de crescimento e de rentabilidade. Desse modo, uma das chaves para o sucesso está na implementação do conceito de marketing por meio de estratégias de posicionamento.

Este adquire mais importância em função da realidade do mercado à medida que os concorrentes contribuem para o aumento da pressão sobre preços em maior variedade de marcas e deixam menos lacunas a serem exploradas em segmentos mais restritos, os quais são atingidos por canais de mídia e de distribuição. Quando estabelecido de maneira correta, o posicionamento da marca traz inúmeras vantagens à organização, entre elas: orienta e aperfeiçoa a estratégia de marca; proporciona ações de expansão da marca; melhora a memorização da marca; dá significado e concentração à organização; gera vantagem competitiva para a marca, o que a faz ocupar posição sólida contra a concorrência.

Conceber e trabalhar a identidade de uma empresa, de um produto ou serviço e investir para diferenciá-los na mente do consumidor são passos certos para se destacar e ganhar o mercado com um produto ou um serviço de qualidade, porém não é tarefa das mais fáceis num mundo dominado pelas marcas de massa. A marca é um patrimônio e, por esse motivo, é preciso cuidar dela como um ativo fundamental da empresa.

Para gerar uma marca de sucesso, deve-se buscar escolher nomes fáceis de memorização, de pronúncia simples. Se possível, o nome deve descrever direta ou indiretamente o produto ou serviço a fim de possibilitar uma associação imediata com o que está sendo oferecido. Dê preferência a palavras em português, os nomes estrangeiros só devem ser usados se agregarem valor ao produto.

Aposte em marcas sugestivas e, para garantir boa comunicação com o público, procure criar uma personalidade para a marca, visto que esse aspecto será o fator de atração emocional. A marca tem de passar uma personalidade definida, pois deve formar um elo emocional muito forte com o consumidor, que raramente compra um produto, mas, sim, adquire uma marca, uma imagem.

A marca atribui personalidade ao produto e, com isso, aproxima-se do consumidor. Nesse sentido, investir em ações de marketing para definir a personalidade de sua marca inclui ações desde a uniformização da comunicação visual, para facilitar a identificação da marca, da impressão, do logotipo e do slogan em todo o material da empresa, procurando competir em qualidade e preço, até o cuidado com o design e a embalagem.

É importante ter uma equipe de vendas afinada, que conheça as vantagens técnicas do produto. Procure desenvolver estratégias de marketing social e de causa, patrocine uma causa ecológica, uma atividade cultural ou um atleta da cidade, participe de feiras do setor, mostre que você existe. Esperar para investir na marca depois de ver seu espaço de mercado reduzido não é aconselhável, é necessário saber qual o momento certo para mudar e qual a fórmula correta de direcionar sua empresa. Assim, é preciso estar atento ao mercado, à concorrência e às pesquisas para identificar as mudanças que nele ocorrem.

Quando as marcas que ocupam o segundo ou o terceiro lugar no mercado começam a copiar o líder, é hora de fazer um diferencial em sua marca. Talvez diferenciá-la pela embalagem possa ser uma boa identidade para o produto, afinal, na compra, a escolha de certos produtos pelo consumidor não demora mais que 10 segundos.

Além disso, é essencial criar uma personalidade, pois não se consome produtos, mas a imagem que se tem deles. Com cada vez menos tempo de escolher e comparar produtos, o consumidor precisa sentir uma relação de conforto e de confiança com a marca para selecioná-la no momento da compra.




Sua Marca e o Coronavírus

Publicado no Jornal de Piracicaba em 27/03/2020

A
construção de marcas se inicia no momento em que uma empresa, um produto ou um
serviço surgem no mercado. É através da Identidade Visual, conjunto de
elementos gráficos que irão formalizar a personalidade visual de um nome,
ideia, produto ou serviço; pode também ser chamado de Identidade Empresarial ou
Corporativa.

A
identidade visual permite construir a imagem, as características particulares,
o desenvolvimento histórico da empresa, os seus funcionários, os produtos e ou
serviços oferecidos, as políticas de gestão, o desempenho, o planejamento
estratégico, as campanhas de divulgação. Pode-se atribuir papel importante para
o sucesso das marcas das empresas, dos produtos ou serviços, apresentarem
Identidades Visuais consistentes.

Para
construir uma marca forte é preciso compreender o que sua marca representa,
tendo certeza que todos a veem dessa maneira também. Algumas perguntas devem
ser respondidas para auxiliar sua marca nesse momento de pandemia do
Coronavírus.

Qual é
a proposta de valor da marca frente aos nossos clientes e stakeholders? Quais os sentimentos e associações que desejo passar
quando as pessoas pensam sobre a minha marca associada ao apoio em relação a
prevenção do Coronavírus? Quais os benefícios emocionais estamos oferecendo aos
clientes?  

Ao
obter respostas para essas perguntas, você terá a informação básica para sua
estratégia de marca, que benfeita, torna-se uma poderosa ferramenta de gestão e
execução para ajudar você a desenvolver relacionamentos mais fortes com
clientes, criar campanhas de marketing rentáveis e eficazes, além de ter uma
empresa mais integrada. Neste momento é importante os líderes de empresas
assumirem uma postura proativa em relação aos problemas do mundo.

Neste
cenário, as empresas que não atende às necessidades da sociedade, poderão ter
suas marcas comprometidas. O fato de que a falta da marca não ter um proposito
social claro deixará as empresas menos aptas a alcançar seus objetivos básicos
de crescimento e lucratividade.

Não se
descarta a busca pelo lucro, mas sim associar sua marca ao proposito social ambos
devem estar ligados.  As Marcas das
empresas frente aos fatores do macro ambiente como epidemias que impõem riscos
crescentes, as inundações, secas e terremotos estão ficando mais intensos e frequentes.

Os
temas como responsabilidade social empresarial (SER), negócios sociais nos
remete a importância de associar a marca a uma consciência corporativa. O
momento remete aos líderes de empresas pensar suas estratégias de marcas para
critérios de uma gestão consciente. Cabendo ao líder cuidar da marca como um
guardião do proposito social da marca.

Construir
uma marca ou iniciar um trabalho de inserção de mercado está relacionado ao
envolvimento que esta marca tem com as questões que regem a nossa existência.
As marcas precisam ter uma personalidade própria um DNA, isto é: ter
personalidade.

As
pessoas só entenderão esta personalidade, interesse em conhecer a marca se
conseguir despertar atenção do indivíduo. Como propiciar isso?

Procurando
ser interativo aproximando-se do seu público fazer parte da vida dele, ou pelo
menos, ele saber quem é você. E gostar de você. Não, é fácil.

Comunicar
por comunicar qualquer empresa ou marca faz. Para dar certo precisa mais que
comunicar. É preciso informar o conteúdo necessário para que saibam quem você
é, e ainda, precisa entender o que fará despertar o interesse do seu público.

Cada
marca tem uma personalidade e seu público de interesse diferente, por isso, a
forma de interagir varia, e muito. Quanto mais características humanas
conseguirmos associar a uma marca, mais forte e consolidada ela se torna.




Quando modernizar uma Marca

Publicado no Jornal de Piracicaba em 04/10/2019

Marca é um termo, nome um organismo vivo, que se transforma ao longo de sua existência, que deve evoluir e acompanhar as mudanças da sociedade e do mercado no qual está inserida. Muitas empresas já mudaram seu logotipo muitas vezes desde que surgiram no mercado.

A modernização do logotipo está ligada à estratégia de marketing. É uma necessidade que a marca possui diante do público e também para se adequar as estratégias de marketing conforme o tempo for passando. Raramente vamos ver uma marca que está no mercado de atuação a mais de 20 anos e nunca mexeu em sua identidade visual.

Não é mudar o nome da marca, mas a forma do logotipo, sua imagem diante do público. O mundo anda acelerado, as tecnologias avançadas e o público mais exigente com as marcas, é preciso conseguir alcançar novos objetivos para atender as novas exigências do público.

Um logotipo de sucesso deve passar credibilidade para seu público, com isso a importância de ao longo dos anos ir ganhando pequenas mudanças para estar lado a lado da mudança dos hábitos dos consumidores e também suas exigências. Não é por vaidade, mas modernizar um logotipo é uma necessidade que muitas empresas já tiveram e ao passar dos anos ainda terão.

Quando se muda um logotipo e ele ganha uma modernização consequentemente ele ficará mais bonito, chamará mais atenção e o publico alvo ganhará uma nova impressão da imagem da marca.  A modernização de um logotipo pode ser chamada de redesign.

São várias as formas de modernizar o logotipo. Como exemplo o tradicional Colégio Cotip de Piracicaba  ao longo de seus 50 anos de criação teve apenas duas versões, ambas compostas por letras a qual chamamos de uma  estratégia de redesign parcial do logotipo.

A nova proposta do logotipo do colégio atende ao seu novo publico de jovens mais despojados e com valores diferentes sobre uma marca. A nova proposta denominada de redesign total do logotipo usa letras cursivas, para manter a mesma linha proposta de letras em tamanhos diferentes. Porém  com uma relação mais equilibrada entre os tamanhos.

Mesmo tendo sua origem como um colégio técnico industrial hoje ele oferece também ensino médio e técnico profissionalizante, o aluno pode optar por uma das modalidades ou cursar ambos o ensino médio e técnico profissional. Para mostrar que o  colégio está mais humano a cada dia ganhou traços mais moderno e orientado pelo conceito de flat design com leve degrade, a forma de uma pessoa destaca que o colégio coloca as pessoas em primeiro lugar.

É preciso saber o momento de fazer uma modernização em seu logotipo, passar por mudanças e ajustes em sua identidade visual. O colégio precisava para comunicar que mesmo com 50 anos de idade é jovem atual e com ensino médio e técnico profissionalizante com qualidade e centrado na formação humana.

A modernização do logotipo é importante e necessária para uma marca se manter sempre atual no mercado. Quem vive no passado, no passado ficará. Não seja um museu!  Mude para ficar, mude para influenciar, enfim, mude para continuar ou ter sucesso.

 




Influenciadores digitais: o marketing boca a boca 4.0

As empresas adotam várias estratégias para chegar ao consumidor final: geomarketing, SMS Marketing, Marketing Multinível, Marketing de Guerrilha. Mas nenhuma dessas táticas tem-se mostrado tão eficiente como o Marketing de Recomendação — o famoso boca a boca. Afinal, nada mais convincente do que receber indicações de pessoas que comentam, de forma natural, suas experiências pessoais com determinados produtos e serviços. Eis, então, o desafio das marcas: falar de si e de uma forma sutil, quase orgânica. E é aí que entram em cena os influenciadores digitais, hoje muito bem pagos para entregar às marcas exposiçãoconversão direta em vendas e resultados em real time.

Só no ano passado, os influencers movimentaram US$ 4 bilhões no mundo. Para o antropólogo Michel Alcoforado, as empresas já entenderam o movimento, mas muitas agências de publicidade ainda resistem a ele e ainda preferem as grandes veiculações. Questionado por Leonardo da Consumidor Moderno:

Até quando vai durar o poder de influência desses famosos da internet?
MA: Ele só vai crescer. Eu e você vamos virar influenciadores daqui a pouco. Para existir, a gente vai ter de tornar a nossa vida cada vez mais pública. Não importa se a gente toma isso como profissional ou não. Repare que o que faz alguém se considerar um influenciador digital é quando ele consegue o primeiro contrato. No futuro, todos nós seremos influenciadores digitais e poderemos ganhar dinheiro com isso. Uma coisa é certa: o movimento vai se fortalecer cada vez mais.

No Varejo – por: Leonardo Guimarães




Em busca de modernidade, Dunkin’ Donuts muda de nome

A rede norte-americana Dunkin’ Donuts anunciou que irá mudar de nome e se chamar apenas Dunkin. A empresa de 68 anos estava testando a transição nos Estados Unidos e já usava o nome no slogan “America runs on Dunkin” (os EUA funcionam com Dunkin’).

A ação deseja trazer modernidade à marca, além de tirar o foco apenas dos donuts, destacando também os outros produtos comercializados. Hoje, a companhia possui mais de 12 mil restaurantes espalhados pelo mundo.

A Dunkin’ saiu do Brasil em 2005, voltando em 2015. A meta da empresa é abrir 65 lojas no país até 2019.

Por Imprensa Mercado & Consumo




Michael Kors finaliza negociações para comprar a marca Versace

Michael Kors está finalizando as negociações para comprar a grife italiana Versace por cerca de US$ 2 bilhões. O acordo é parte da estratégia de crescimento da companhia, que deseja se transformar em um conglomerado de marcas de luxo e já deu os primeiros passos para isso com a compra de marca de sapatos Jimmy Choo por US$ 1,2 bilhão.

No último trimestre, a Michael Kors aumentou as suas projeções de lucro do ano, devido ao desempenho positivo da Jimmy Choo e da própria MK. Este resultado teria ajudado outras empresas do segmento de luxo a cogitar as vendas para a companhia.

A compra da Versace pode dar à MK maior exposição na Europa, ajudando a expandir os mercados da companhia, que ainda é dependente do norte-americano. Isso permitirá a competição em maior igualdade com a Tapestry Inc., dona das marcas Coach e Kate Spade.

Por outro lado, as negociações ainda não geraram confiança nos investidores, o que tem feito as ações da Michael Kors caírem. A Versace é muito maior que a Jimmy Choo, que tinha cerca de US$ 470 milhões em receita anual na época da venda. A italiana fechou 2017 com US$ 809 milhões de receita.

Por  Imprensa Mercado & Consumo



Embratel faz campanha para executivos

Criada pela Talent Marcel, novidade vem pra divulgar o novo posicionamento da marca.

Executivos com poder de decisão em empresas de médio e grande porte estão na mira da nova campanha de Embratel, que divulga novo posicionamento e pretende, além de apresentar soluções de telecomunicações, reforçar a existência de um portfólio repleto de ofertas de TI e mobilidade para empresas. “O processo de transformação digital é irreversível e irá redefinir o modelo de negócios das companhias e a forma como usam a tecnologia. O novo posicionamento da Embratel ressalta o momento em que vivemos, de enorme ebulição, de mudanças necessárias para a continuidade dos negócios”, diz Marcelo Miguel, diretor executivo de marketing e negócios da Embratel. Para José Eustachio, charmain da Talent Marcel, agência responsável pela comunicação da marca, todas as empresas estão sendo desafiadas a se capacitarem para continuarem competitivas.

A campanha leva a assinatura “Sua empresa no próximo nível”. “O próximo nível representa essa nova realidade, em que empresas terão que provar que são aptas a desenvolver seu negócio. É como um game: a cada fase e a cada nível, os desafios são maiores, exigindo novas habilidades”, explica Eustachio. “O tema ‘Próximo nível’ espelha de maneira transparente o que as empresas es- tão buscando para se manterem líderes em seus mercados, cada vez mais competitivos”, acrescenta Marcelo Miguel. A Embratel faz parte do grupo Claro Brasil, que registrou receita líquida de mais de R$ 32 bilhões em 2016.

Meio & Mensagem por Victória Navarro




Os 6 fatores fundamentais para a construção de uma MARCA

O processo de construção de uma marca demanda cuidado e sensibilidade – afinal, é a empatia do público com o propósito da empresa que garante seu sucesso.

A história de muitas empresas encanta seus consumidores. Não é difícil de lembrar as marcas mais amadas e seguidas pelo público – Coca Cola, Apple, Ferrari, McDonald’s.  Esse sentimento é construído ao longo de uma história  que leva em consideração muitos elementos. Muitas vezes, porém, isso acontece por acaso.

Beth Furtado, sócia-diretora da Alia MKT Decore, explica que é no olhar idealizado que encontramos a principal diferença. “Aí reside a principal distinção estratégica de uma empresa. Sua diferenciação e o que quer agregar para o mercado”, destaca. “A construção de uma marca é contar uma historia envolvente, que deixa pegadas e rastos. É um processo contínuo”, garante.

A especialista destacou alguns elementos importantes para as empresas levarem em consideração em sua construção. Confira:

1- Inquietação

“Uma marca precisa trazer novos questionamentos, novas ideias. Um processo de construção que não se encerra e procura sempre o novo”, diz.

2- Profusão de detalhes

Outra característica que faz os clientes ter uma visão especial da marca. “Quantos exemplos vemos no mercado que passam por cima de sua história?”, questiona. “Quando for renovar um ponto, não precisa acabar com sua história. Pode incorpar a marca com profusão de detalhes”.

3- Descobertas

“Fazer descobertas – e não ficar apenas no óbvio – é muito rico para a experiência”, diz a consultora.

4- Conexões emocionais

Apesar de o setor estar muito ligado a números e métricas, o sentimento é fundamental para criar significados na vida dos clientes. O hipermercado Big, por exemplo, colocou a bandeira do estado do Rio Grande do Sul em sua fachada na semana da Revolução Farroupilha – uma semana muito importante para o estado. É uma pequena ação que cria grandes conexões.

5- O Inesperado

A ação da CEA que mostrava nos cabides o número de likes de um determinado look era uma experiência totalmente diferente para o público. “Traz uma sensação diferente, isso é muito importante”.

6- Propósito

“Para que você veio? A que essa marca veio para o mundo?”, são perguntas fundamentais.

Consumidor Moderno por Raisa Covre